
sexta-feira, 5 de janeiro de 2007
ESTAMOS PREOCUPADOS COM AS CONTAS NO NOSSO PAÍS ENTREGUES A ESTE GOVERNO EM QUEM NÃO CONFIAMOS
TAMBÉM NÓS
ESTAMOS PREOCUPADOS COM AS
CONTAS DO ESTADO PORTUGUÊS,
GERIDAS POR ESTE
GOVERNO SOCIALISTA
INCOMPETENTE E ARROGANTE.
CDS PREOCUPADO COM RESERVAS DO TRIBUNAL DE CONTAS
O CDS-PP manifestou hoje preocupação pelo facto de o Tribunal de Contas manter reservas sobre a Conta Geral do Estado de 2005 e considerou que isto pode ter repercussões a nível interno e externo, nomeadamente ao nível da Comissão Europeia."O Tribunal de Contas merece-nos todo os respeito e consideração e se mantém reservas quanto às contas globais do Estado, isso é para nós motivo de preocupação", disse à agência Lusa Fernando Paes Afonso, da Comissão Executiva do CDS.
O dirigente centrista afirmou que o seu partido só poderá fazer um comentário aprofundado sobre o parecer do Tribunal de Contas depois de o ler e analisar todo.
Paes Afonso considerou correcta a posição assumida pelo presidente do Tribunal, de só fazer comentários sobre a matéria na Assembleia da República, onde o parecer já foi entregue e cuja discussão foi agendada para o final do mês.
O Tribunal de Contas afirmou hoje que continua a ter dúvidas sobre as contas do Estado, porque a informação disponível não permite certezas sobre as receitas e as despesas públicas, e, consequentemente, sobre a dimensão do défice orçamental.
Na síntese conclusiva do parecer sobre a Conta Geral do Estado de 2005, hoje divulgado, o Tribunal de Contas diz que "a conta consolidada do Estado, incluindo a da segurança social, continua a apresentar importantes deficiências".
quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
Será do bolso dos Portugueses que irá sair o dinheiro para sustentar o negócio das Clinicas Privadas do Aborto. Se o "Sim" ganhar!
Se o "Sim" ganhar no referendo, o nosso dinheiro (dos Portugueses) vai pagar os Abortos nas Clinicas Privadas, as tais que o governo socialista quer autorizar;
Os doentes em fila de espera para serem operados (muitos deles a sofrer e com situações gravissimas) , vão dar prioridade aos Abortos que tem que ser realizados até ás 10 semanas;
Este governo dá prioridade ao Aborto, em vez de apoiar a Natalidade, as Mães, a Contracepção, a Vida;
Este governo socialista perfere pagar com os nossos Impostos os Abortos do que distribuir gratuitamente anti-concepcionais.
Liberalização aborto: enorme sobrecarga do SNS

A plataforma "Não Obrigada" alertou hoje para um provável "aumento exponencial" de abortos caso o sim vença no referendo de 11 de Fevereiro, estimando que as intervenções custem ao Estado entre 20 a 30 milhões de euros anualmente.
"Se o sim vencer, isso poderá levar a um aumento exponencial e deplorável do número de abortos", disse o economista António Borges, durante uma conferência promovida pela plataforma "Não Obrigada", manifestando-se frontalmente contra o que considerou ser "a liberalização do aborto opcional".
"Do que se trata é de facilitar uma solução para quem encarou com ligeireza o controle da natalidade", acrescentou o economista social-democrata, alertando ainda para as cirurgias que "ficarão por fazer" se o Estado financiar interrupções voluntárias da gravidez.
Segundo números avançados pelo economista, e tendo como referência que cada interrupção voluntária da gravidez custará ao Estado cerca de 650 euros, "os custos de 2,3 abortos serão suficientes para pagar uma cirurgia média".
Ou seja, acrescentou António Borges, cada vez que o Estado financiar 2, 3 abortos "estará a adiar ou a não fazer uma cirurgia".
Esta ideia foi depois recuperada pela médica Isabel Galriça Neto, que estimou que o custo da "liberalização" do aborto fique entre os 20 e os 30 milhões de euros anuais.
"Vinte a trinta milhões de euros é quanto poderá custar a liberalização do aborto", afirmou, defendendo a canalização dessa verbas para políticas de in à natalidade.
"Numa sociedade que enfrenta um tsunami de doenças crónicas e de baixa natalidade (...), não devemos estar a desviar fundos para liberalizar o aborto, mas para as mulheres que querem ter mais filhos", salientou Isabel Galriça Neto, avançando mesmo com a ideia de criação de "linhas financiadoras" para as famílias.
Na sua intervenção, a médica recuperou ainda a ideia de que a despenalização do aborto até às 10 semanas irá levar a um aumento do número de intervenções, apontando o caso de Espanha, "onde se verificou um aumento de oito por cento do número de abortos no último ano", como um exemplo "do insucesso tremendo da política de liberalização".
"Na saúde, a oferta induz à procura", corroborou a vereadora do CDS-PP da Câmara de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, questionando a legitimidade do E stado para afectar o dinheiro dos impostos dos portugueses à "liberalização do aborto".
"Quem não está de acordo em pagar abortos com os seus impostos deve, obviamente, votar 'não' no referendo", sublinhou a autarca democrata-cristã.
A falta de recursos do Serviço Nacional de Saúde, que "não responde ainda às necessidades dos portugueses em inúmeros serviços essenciais", foi outra das questões abordadas pela autarca democrata-cristã, que considerou "insólito" o Estado poder vir a pagar "uma despesa de alguém que não está doente".
"O aborto a pedido não é nenhuma doença", salientou, considerando que se o Estado vier a financiar interrupções voluntárias de gravidez "algo vai ficar para trás", como as doenças oncológicas, os cuidados materno-infantis, entre outros.
Notícia LUSA
quarta-feira, 3 de janeiro de 2007
NortePelaVida apresentado hoje no Porto

O movimento NortePelaVida, que é apresentado hoje no Porto, considera que a pergunta preparada para o referendo de 11 de Fevereiro, abre as portas à "liberalização total" do aborto.
Proclamando-se apartidário e não vinculado a confissões religiosas, o movimento pretende "fazer um esclarecimento sobre a real dimensão da pergunta no referendo", que "aponta para a liberação total do aborto até aos dois meses e meia de gravidez", criticou Luís Graça, um dos promotores, em declarações à Lusa.
Ainda segundo Luís Graça, legalizar o aborto nos termos preconizados pelos defensores do "sim" seria a "desconsideração total do valor da vida".
Matilde Sousa Franco (independente, eleita deputada pelo PS), José Pedro Aguiar Branco (PSD) e António Lobo Xavier (CDS-PP) são três personalidades que hoje vão defender as teses do movimento, durante a apresentação, a realizar pela 19:00, no Centro de Congressos e Exposições da Alfândega do Porto.
De acordo com Luís Graça, a carta de intenções do NortePelaVida foi subscrita por 15 mil pessoas.
Os princípios programáticos deste "amplo e abrangente" grupo de cidadãos apontam para a "divulgação de uma cultura de solidariedade e vida e para o exercício do voto consciente e responsável, que diz 'não' à pergunta que é colocada no referendo".
Na campanha para o referendo, o NortePelaVida vai promover dois debates semanais, animados por médicos e juristas, e realizar acções de rua pelo "não".
Médicos, enfermeiros e desportistas vinculados ao movimento realizarão também acções específicas.
Notícia LUSA
TOMA LÁ DESTES!
...E PARA OS 2 CONHECIDOS DETRACTORES DE ÓBIDOS....
...QUE NÓS OBIDENSES CONHECEMOS DE GINGEIRA...
