
terça-feira, 17 de julho de 2007
sábado, 14 de julho de 2007
sexta-feira, 13 de julho de 2007
Para a Câmara Municipal de Lisboa vote CDS PP

Lisboa/Eleições:
Construção de alternativa ao primeiro-ministro
começa domingo - Portas
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, defendeu hoje que as eleições de domingo servirão para começar a construir "uma alternativa ao primeiro-ministro", considerando que os portugueses estão "cada vez mais descrentes de um Governo autoritário".
"É preciso preparar a construção de uma alternativa para substituir este primeiro-ministro. Esta alternativa começa domingo, com um aviso sério ao Governo", defendeu o líder do CDS, durante a última acção de campanha de Telmo Correia.Paulo Portas voltou a acusar o Governo de autoritarismo."Ainda não se deram conta que Portugal está a voltar ao antigamente com os socialistas? (…) No domingo, temos um boletim de voto na mão. Deve ser usado contra o primeiro-ministro e a favor do político, ou políticos, que lhe podem fazer frente", apelou.Numa caminhada de mais de uma hora, a caravana democrata-cristã partiu da Avenida da Igreja, desceu a Avenida de Roma e terminou na Praça de Londres, pela primeira vez ao som de bombos e acordeões.Quando as sondagens continuam a deixar Telmo Correia fora da Câmara, o cabeça de lista do CDS deixou os últimos apelos ao voto democrata-cristão."A eleição neste momento está entre eleger o CDS para a Câmara ou eleger mais um vereador do PS ou do PCP. A votação do PSD está estabilizada", garantiu Telmo Correia.Questionado sobre os apelos de Manuel Monteiro, que pediu os votos dos eleitores de direita, Telmo Correia contrapôs que "em todos os estudos de opinião o CDS é o único partido de direita que pode ser eleito".Carmona Rodrigues continuou a ser o alvo, como em grande parte da campanha do CDS, com o presidente Paulo Portas a reiterar que "nenhuma pessoa de direita pode votar em alguém que mandou criar duas salas de chuto em Lisboa".Acompanhado dos principais nomes da sua lista, Nobre Guedes, Teresa Caeiro, António Carlos Monteiro e Orízia Roque, Telmo Correia e Portas percorreram algumas das mais emblemáticas ruas da capital, equipados a rigor contra o calor com os bonés que sobraram da campanha das legislativas de 2005.Os brindes que têm acompanhado a campanha também não faltaram neste último esforço para manter um vereador do CDS na Câmara de Lisboa: os abanicos para o calor e as pás e vassouras para 'limpar' a cidade."É para limpar Lisboa e, de caminho, varrer um bocadinho o socialismo, fica o país e a cidade mais justa", ironizou Portas. Lusa
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, defendeu hoje que as eleições de domingo servirão para começar a construir "uma alternativa ao primeiro-ministro", considerando que os portugueses estão "cada vez mais descrentes de um Governo autoritário".
"É preciso preparar a construção de uma alternativa para substituir este primeiro-ministro. Esta alternativa começa domingo, com um aviso sério ao Governo", defendeu o líder do CDS, durante a última acção de campanha de Telmo Correia.Paulo Portas voltou a acusar o Governo de autoritarismo."Ainda não se deram conta que Portugal está a voltar ao antigamente com os socialistas? (…) No domingo, temos um boletim de voto na mão. Deve ser usado contra o primeiro-ministro e a favor do político, ou políticos, que lhe podem fazer frente", apelou.Numa caminhada de mais de uma hora, a caravana democrata-cristã partiu da Avenida da Igreja, desceu a Avenida de Roma e terminou na Praça de Londres, pela primeira vez ao som de bombos e acordeões.Quando as sondagens continuam a deixar Telmo Correia fora da Câmara, o cabeça de lista do CDS deixou os últimos apelos ao voto democrata-cristão."A eleição neste momento está entre eleger o CDS para a Câmara ou eleger mais um vereador do PS ou do PCP. A votação do PSD está estabilizada", garantiu Telmo Correia.Questionado sobre os apelos de Manuel Monteiro, que pediu os votos dos eleitores de direita, Telmo Correia contrapôs que "em todos os estudos de opinião o CDS é o único partido de direita que pode ser eleito".Carmona Rodrigues continuou a ser o alvo, como em grande parte da campanha do CDS, com o presidente Paulo Portas a reiterar que "nenhuma pessoa de direita pode votar em alguém que mandou criar duas salas de chuto em Lisboa".Acompanhado dos principais nomes da sua lista, Nobre Guedes, Teresa Caeiro, António Carlos Monteiro e Orízia Roque, Telmo Correia e Portas percorreram algumas das mais emblemáticas ruas da capital, equipados a rigor contra o calor com os bonés que sobraram da campanha das legislativas de 2005.Os brindes que têm acompanhado a campanha também não faltaram neste último esforço para manter um vereador do CDS na Câmara de Lisboa: os abanicos para o calor e as pás e vassouras para 'limpar' a cidade."É para limpar Lisboa e, de caminho, varrer um bocadinho o socialismo, fica o país e a cidade mais justa", ironizou Portas. Lusa
segunda-feira, 9 de julho de 2007
No DN de hoje. Recomendamos a leitura.

A CONSTITUIÇÃO QUE DESMENTE A EUROPA
João César das Neves
professor universitário
A União Europeia planeia um enorme embuste: a aprovação da famigerada Constituição, a mesma que foi chumbada há dois anos. Para isso limita-se a fazer cedências de cosmética e, sobretudo, a conceber uma linha de argumentação que evite os referendos nacionais. Trata-se de uma aldrabice tão grande e evidente que é difícil acreditar que alguém no seu juízo a tente nesta era da informação.Será pedido às populações europeias que acreditem em várias contradições. Primeiro, que este tratado é novo e diferente do anterior, mas faz exactamente o mesmo. Depois, que se trata de um texto curto e reduzido, embora demasiado grande para ser lido. Além disso, que é indispensável e decisivo na vida da Comunidade, exigindo-se a sua aprovação rápida, mas tão ligeiro e pouco importante que se torna inútil a consulta popular. Não será preciso perguntar, visto toda a gente o apoiar, embora quando se perguntou a resposta fosse negativa. Finalmente, todos devem acreditar que ele consagra os princípios de uma Europa democrática, governada pela vontade popular e respeitadora das diversidades nacionais, embora este mesmo processo seja prova do oposto.Quem apontar estas contradições é acusado de antieuropeísta, mas são elas próprias os argumentos preciosos para os verdadeiros antieuropeístas, que aí vêem a perversidade da integração. Deste modo os líderes europeus transformam-se nos maiores inimigos daquilo mesmo que pretendem promover. A Europa abandona os seus princípios fundamentais precisamente no momento em que os proclama.Por coincidência, quem dirigirá a fase final do processo é precisamente o país cuja liderança está ligada a dois dos maiores embustes europeus. No primeiro semestre de 1992 a presidência portuguesa fez assinar a primeira reforma da Política Agrícola Comum, a qual é a principal candidata ao título de maior roubo, desperdício e distorção da CEE. A reforma de 1992 melhorou aspectos pontuais, mas contribuiu para perpetuar a infâmia. Depois, no primeiro semestre de 2000, cá foi assinada a mais patética declaração de incapacidade e menoridade da Europa. A Estratégia de Lisboa marcou as linhas de orientação da década, a que ninguém ligou, e manifestou à evidência as nossas fraquezas e dependências. Agora, a terceira presidência lusa tem de conduzir a suprema impostura constitucional.Um disparate deste calibre só é possível em circunstâncias bizarras. E essas não faltam à União. O ponto de partida é a supina desconfiança mútua entre dirigentes e cidadãos. Os líderes e funcionários da Comunidade, que têm puxado este processo de integração desde o início, desprezam as populações como ignorantes, chauvinistas e antiquadas. Pelo seu lado, os eleitores há muito deixaram de entender este estranho aglomerado de 27 países, preso numa incompreensível teia de regulamentos. Está completo o cenário para um desastre democrático.O desastre aconteceu: os burocratas conceberam um texto pomposo e absurdo, que os cidadãos chumbaram e agora os burocratas, revendo-o, insistem que o melhor é o chumbado. A União tem uma longa experiência destas piruetas legais. Há documentos que vigoram numa realidade oposta ao articulado (como o Pacto de Estabilidade), proclamações bombásticas sem substância (Estratégia de Lisboa) e até já foram aprovados textos depois de recusados em referendo (o Tratado de Maastricht na Dinamarca). A construção europeia constitui um incrível amontoado de negociações tortuosas, eufemismos enganadores, cedências comprometedoras, mas até hoje pudicamente encobertas. Desta vez o nervosismo fez perder a vergonha.A UE tem 27 países, 23 línguas oficiais, três alfabetos e fronteiras da Rússia ao Brasil (na Guiana Francesa). Esta Babel de povos só funcionaria na humildade e pragmatismo do equilíbrio. Os líderes insistem na arrogância do sonho unitário, enquanto os problemas reais - decadência demográfica, desorientação cultural, ambiguidade diplomática - se agravam no mundo global. Depois lamentam a perda de credibilidade das instituições comunitárias.
domingo, 8 de julho de 2007
Castelo de Óbidos, maravilha de Portugal
Os meus mais sinceros parabéns a todos os Obidenses, a todos aqueles que não sendo obidenses gostam e votaram no Castelo de Óbidos e óbviamente aqueles que no exercicio das suas funções públicas tudo fizeram para que Óbidos fosse ainda mais conhecido e admirado muitissimas pessoas (Não vou citar nomes, pois não é necessário, todos sabemos quem liderou a equipa e qual a equipa a que me estou a referir).Parabéns a todos.
Carlos Pinto Machado
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