Caldas da Rainha 17 e 18 de Janeiro de 2009
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
EXIGIDA REVOGAÇÃO DA LEI DO ABORTO
Petição com 4.500 assinaturas
entregue na AR
Exigida revogação da lei do aborto
entregue na AR
Exigida revogação da lei do aborto
Movimentos de cidadãos entregaram esta quarta-feira, no Parlamento, uma petição com mais de 4.500 assinaturas que defende a suspensão e revogação da nova lei do aborto, sem recurso a novo referendo.
Luís Botelho Ribeiro, porta-voz dos movimentos pró-vida - que recolheram as assinaturas a favor da suspensão da lei que permite o aborto até às 10 semanas e foi aprovada depois de um referendo em 2007-, defende que a alteração legal proposta não necessita de uma nova consulta aos portugueses, alegando que "o referendo não foi vinculativo".
Uma delegação dos movimentos pró-vida esteve hoje reunida, durante cerca de uma hora, com o presidente da Assembleia da República, Jaime Gama. No final do encontro Luís Botelho Ribeiro afirmou que o balanço de dois anos de lei é negativo, salientando que a lei permite "abusos" ao possibilitar que o aborto seja usado como "primeiro método contraceptivo".
De acordo com a lei, as petições com mais de 4.000 assinaturas obrigam a debate em plenário da Assembleia da República.
A petição foi lançada em Julho de 2007 através da Internet e presencialmente em vários pontos do país.
Luís Botelho Ribeiro, porta-voz dos movimentos pró-vida - que recolheram as assinaturas a favor da suspensão da lei que permite o aborto até às 10 semanas e foi aprovada depois de um referendo em 2007-, defende que a alteração legal proposta não necessita de uma nova consulta aos portugueses, alegando que "o referendo não foi vinculativo".
Uma delegação dos movimentos pró-vida esteve hoje reunida, durante cerca de uma hora, com o presidente da Assembleia da República, Jaime Gama. No final do encontro Luís Botelho Ribeiro afirmou que o balanço de dois anos de lei é negativo, salientando que a lei permite "abusos" ao possibilitar que o aborto seja usado como "primeiro método contraceptivo".
De acordo com a lei, as petições com mais de 4.000 assinaturas obrigam a debate em plenário da Assembleia da República.
A petição foi lançada em Julho de 2007 através da Internet e presencialmente em vários pontos do país.
In Correio da Manhã 14-01-2009
domingo, 11 de janeiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Na Gazeta das Caldas de hoje
CDS/PP ÓBIDOS
Resposta a Francisco Braz Teixeira
"Carlos Pinto Machado, Ex-Candidato Autárquico do CDS PP em Óbidos e Delegado eleito para o XXIII Congresso do CDS PP que se irá realizar nas Caldas da Rainha, em resposta ao comunicado do Sr. Francisco Braz Teixeira, informa o seguinte :
As declarações por mim proferidas à Gazeta das Caldas não foram feitas na qualidade de dirigente do CDS/PP, que não sou, mas sim na qualidade de Ex-Candidato Autárquico do CDS/PP em Óbidos e de Delegado eleito para o XXIII Congresso do CDS PP;
O teor das mesmas consistiu em expressar a minha opinião sobre os seguintes pontos:
O resultado destas eleições directas para a reeleição do líder do partido, foram demonstrativas de que o partido apoia de forma inequívoca o actual líder Dr. Paulo Portas;
No congresso que se irá realizar nas Caldas da Rainha, irão certamente surgir moções que darão nota de outras sensibilidades existentes no partido. O CDS é um partido plural, que aceita a opinião de todos ;
Espero com expectativa que no Congresso surja uma moção do Movimento Alternativa e Responsabilidade que é liderado pelo Dr. Filipe Anacoreta Correia, que na minha opinião muito tem a contribuir para o crescimento do CDS PP;
Existem muitos militantes que têm estado afastados da vida partidária e que representam um capital de credibilidade e valia para o partido. Muitos deles estiveram nas hostes do Dr. Ribeiro e Castro. Sou de opinião de que o partido deve contar com a sua participação nesta alternativa política que o CDS PP apresenta aos Portugueses;
Quanto a Francisco Braz Teixeira, espero que coloque o seu lugar à disposição, pois tem-se revelado incapaz de implantar o partido no concelho de Óbidos não conseguindo motivar nem militantes nem simpatizantes, situação que para o partido é preocupante. Não houve um único militante do CDS PP em Óbidos (que não ele próprio) que tivesse votado nele para o eleger Delegado para o Congresso, o que por si só quererá dizer alguma coisa.
Em aditamento, informo o Sr. Francisco Teixeira é na minha opinião um individuo que não merece qualquer credibilidade política. Actua come se tratasse de um “satélite” do PS de Óbidos, situação que para mim que sou do CDS não é minimamente tolerável, nem tão pouco para o nosso eleitorado tradicional e vai de encontro ao que o líder do nosso partido afirmou : "Não somos anexo de ninguém nem somos muleta de ninguém. Vamos com os nossos valores, com a nossa bandeira sem medo nenhum".
Para finalizar manifesto a minha preocupação pela forma pouco democrática com que o Sr. Francisco Teixeira se dirigiu à minha pessoa depois de eu ter manifestado publicamente a minha opinião pessoal. A tentativa que fez de tentar condicionar o meu direito de expressão na comunicação social local é um acto punível por lei. Pondero a hipótese de nas estâncias próprias agir em conformidade com o sucedido."
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Eu apoio !
"Ar novo no CDS"
Lisboa, 07 Jan (Lusa)
O Movimento Alternativa e Responsabilidade (AR) vai desafiar o XXIII Congresso do CDS-PP a clarificar "alguma ambiguidade" sobre qual deve ser a política de alianças do partido e defender alterações estatutárias visando "maior transparência".
Intitulada "AR novo no CDS", a proposta de orientação política, económica e social (POPES) que aquele movimento vai apresentar ao Congresso, defende que a reunião magna dos democratas-cristãos "tem o dever" de clarificar "todas as matérias que no documento de orientação política [apresentado por Paulo Portas] comportam alguma ambiguidade e resultaram em interpretações contraditórias".
É o caso da política de alianças que o CDS-PP deve seguir, afirmou à Agência Lusa Filipe Anacoreta Correia, um dos subscritores do documento.
"O líder do partido trouxe mal a questão das alianças. O Congresso tem a obrigação de ser claro e inequívoco na afirmação de que a perspectiva de alianças com o PS não é uma possibilidade", defendeu.
Tal hipótese, disse, implicaria "pactuar com o PS na guerra com o Presidente da República", sustentou.
No seu documento de orientação política, o líder do CDS-PP, Paulo Portas, afasta "cenários de coligações e acordos parlamentares", apontando o Governo de José Sócrates como "o adversário do CDS" nas legislativas.
No entanto, o facto de referir que o PS e o PSD têm mais semelhanças do que diferenças entre si, constituindo uma "república do Bloco Central", foi interpretado por alguns críticos como um "regresso à tese da equidistância".
Isso significaria, na opinião dos críticos, assumir que o CDS poderá fazer acordos quer com o PS quer com o PSD, interpretação que já foi contestada por Paulo Portas.
Afirmando a "lealdade e solidariedade" com o líder eleito, Paulo Portas, a moção do AR defende que deve ainda haver uma reafirmação dos "princípios estruturais do CDS como partido humanista que valoriza a dignidade da pessoa humana como princípio e fim da acção política".
Assim, devem ser excluídas "questões fracturantes" de "maiores liberalismos" como o casamento entre homossexuais ou a eutanásia.
As eleições presidenciais de 2010 e a posição do partido face a um referendo à regionalização devem ser outras matérias a definir no Congresso, preconiza o texto.
Quanto às propostas de alteração aos Estatutos, Filipe Anacoreta Correia destacou que visam "maior pluralidade, transparência dos órgãos".
O Movimento AR defende que deve haver a possibilidade de "fiscalização dos actos eleitorais internos pelos militantes", a redução do peso das inerências na composição dos órgãos de direcção e a fixação de um prazo mínimo de três meses entre a convocação de directas e a sua realização.
O XXIII Congresso do CDS-PP realiza-se a 17 e 18 de Janeiro, nas Caldas da Rainha.
SF.
Lusa/fim
Intitulada "AR novo no CDS", a proposta de orientação política, económica e social (POPES) que aquele movimento vai apresentar ao Congresso, defende que a reunião magna dos democratas-cristãos "tem o dever" de clarificar "todas as matérias que no documento de orientação política [apresentado por Paulo Portas] comportam alguma ambiguidade e resultaram em interpretações contraditórias".
É o caso da política de alianças que o CDS-PP deve seguir, afirmou à Agência Lusa Filipe Anacoreta Correia, um dos subscritores do documento.
"O líder do partido trouxe mal a questão das alianças. O Congresso tem a obrigação de ser claro e inequívoco na afirmação de que a perspectiva de alianças com o PS não é uma possibilidade", defendeu.
Tal hipótese, disse, implicaria "pactuar com o PS na guerra com o Presidente da República", sustentou.
No seu documento de orientação política, o líder do CDS-PP, Paulo Portas, afasta "cenários de coligações e acordos parlamentares", apontando o Governo de José Sócrates como "o adversário do CDS" nas legislativas.
No entanto, o facto de referir que o PS e o PSD têm mais semelhanças do que diferenças entre si, constituindo uma "república do Bloco Central", foi interpretado por alguns críticos como um "regresso à tese da equidistância".
Isso significaria, na opinião dos críticos, assumir que o CDS poderá fazer acordos quer com o PS quer com o PSD, interpretação que já foi contestada por Paulo Portas.
Afirmando a "lealdade e solidariedade" com o líder eleito, Paulo Portas, a moção do AR defende que deve ainda haver uma reafirmação dos "princípios estruturais do CDS como partido humanista que valoriza a dignidade da pessoa humana como princípio e fim da acção política".
Assim, devem ser excluídas "questões fracturantes" de "maiores liberalismos" como o casamento entre homossexuais ou a eutanásia.
As eleições presidenciais de 2010 e a posição do partido face a um referendo à regionalização devem ser outras matérias a definir no Congresso, preconiza o texto.
Quanto às propostas de alteração aos Estatutos, Filipe Anacoreta Correia destacou que visam "maior pluralidade, transparência dos órgãos".
O Movimento AR defende que deve haver a possibilidade de "fiscalização dos actos eleitorais internos pelos militantes", a redução do peso das inerências na composição dos órgãos de direcção e a fixação de um prazo mínimo de três meses entre a convocação de directas e a sua realização.
O XXIII Congresso do CDS-PP realiza-se a 17 e 18 de Janeiro, nas Caldas da Rainha.
SF.
Lusa/fim
domingo, 4 de janeiro de 2009
"até ao momento, nenhum dos compromissos do Governo e deste ministro relativamente à preservação do património foram cumpridos"

O CDS/PP enviou hoje uma carta ao presidente da comissão parlamentar de Ética, Sociedade e Cultura a pedir a presença do ministro da Cultura na comissão, com "carácter de urgência", para a esclarecer sobre "os compromissos não cumpridos".
Na carta, a que a agência Lusa teve acesso, os deputados centristas Pedro Mota Soares e Teresa Caeiro referem que "até ao momento, nenhum dos compromissos do Governo e deste ministro relativamente à preservação do património foram cumpridos".
Os deputados centristas alegam que, ao tomar posse, o ministro da Cultura prometeu "fazer mais e melhor com menos meios do que a sua antecessora" e responsabilizam-no por, passado quase um ano de ter entrado em funções, esse objectivo estar "longe de ser atingido".
"A falta de apoio do Ministério da Cultura às galerias portuguesas, que está a pôr em risco a presença de Portugal na ARCO, Feira de Arte Contemporânea de Madrid, a realizar em Fevereiro, e o desconhecimento de quem vai representar Portugal na Bienal de Veneza, que começa em Junho", são duas "das grandes preocupações" do CDS/PP relativamente ao ministro José António Pinto Ribeiro, disse à agência Lusa Teresa Caeiro.
"O ministro da Cultura tem que explicar na comissão como é que a dois meses da ARCO e a seis da Bienal de Veneza a presença de Portugal nestes dois certames, que são de extrema importância para a internacionalização da Cultura portuguesa, ainda não estão definidos", sublinhou.
Acrescentou que "outra das grandes preocupações" do CDS/PP consiste na falta de regulamentação da Lei de Bases do Património, que, em Abril de 2008 quando questionado pelos centristas, "o ministro da Cultura prometeu ficar concluída em 2008 e continuar por concluir".
"É urgente que o ministro explique à comissão todas as promessas que não cumpriu, entre as quais a de que iria legislar no sentido de que todas as grandes empresas de obras públicas fossem obrigadas a oferecer um por cento do valor de adjudicação em obras de requalificação, sob a forma de mecenato", concluiu.
CDS com LUSA
Na carta, a que a agência Lusa teve acesso, os deputados centristas Pedro Mota Soares e Teresa Caeiro referem que "até ao momento, nenhum dos compromissos do Governo e deste ministro relativamente à preservação do património foram cumpridos".
Os deputados centristas alegam que, ao tomar posse, o ministro da Cultura prometeu "fazer mais e melhor com menos meios do que a sua antecessora" e responsabilizam-no por, passado quase um ano de ter entrado em funções, esse objectivo estar "longe de ser atingido".
"A falta de apoio do Ministério da Cultura às galerias portuguesas, que está a pôr em risco a presença de Portugal na ARCO, Feira de Arte Contemporânea de Madrid, a realizar em Fevereiro, e o desconhecimento de quem vai representar Portugal na Bienal de Veneza, que começa em Junho", são duas "das grandes preocupações" do CDS/PP relativamente ao ministro José António Pinto Ribeiro, disse à agência Lusa Teresa Caeiro.
"O ministro da Cultura tem que explicar na comissão como é que a dois meses da ARCO e a seis da Bienal de Veneza a presença de Portugal nestes dois certames, que são de extrema importância para a internacionalização da Cultura portuguesa, ainda não estão definidos", sublinhou.
Acrescentou que "outra das grandes preocupações" do CDS/PP consiste na falta de regulamentação da Lei de Bases do Património, que, em Abril de 2008 quando questionado pelos centristas, "o ministro da Cultura prometeu ficar concluída em 2008 e continuar por concluir".
"É urgente que o ministro explique à comissão todas as promessas que não cumpriu, entre as quais a de que iria legislar no sentido de que todas as grandes empresas de obras públicas fossem obrigadas a oferecer um por cento do valor de adjudicação em obras de requalificação, sob a forma de mecenato", concluiu.
CDS com LUSA
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